Qual a relação entre a qualidade do ar e a saúde? Entenda aqui

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Vivemos em uma sociedade que produz cada vez mais, testando ao máximo a capacidade que o meio ambiente tem de suportar tantas demandas. Indústrias, fábricas, produção de energia e até os meios de transporte implicam em prejuízos para dois fatores importantíssimos: qualidade do ar e saúde.

Desde doenças respiratórias até alergias mais simples podem ser prevenidas com ações para melhorar a qualidade do ar. Para facilitar esse controle, alguns órgãos realizam análises das condições da atmosfera para definir padrões de qualidade que possam ser utilizados como referência.

Para ajudar você nessa missão, preparamos um artigo que explica como qualidade do ar e saúde se relacionam. Quer saber mais? Então, é só prosseguir na leitura e tirar todas as suas dúvidas!

Como a qualidade do ar influencia na sua saúde?

Um ar considerado de baixa qualidade é marcado pela alta concentração de poluentes em sua composição, o que acaba gerando infecções respiratórias, ressecamento da pele e de mucosas nasais, bem como irritação nos olhos e na garganta.

Quando entram em contato com os pulmões, essas substâncias oxidantes reduzem os mecanismos de defesa do nosso corpo. Assim, ficamos vulneráveis aos mais variados problemas. Para piorar, não existe nenhum remédio específico para combater a poluição.

Como não há uma solução exata para evitar problemas de saúde causados pela má qualidade do ar, a única saída é monitorar constantemente esse indicador e garantir um padrão aceitável para o bem-estar da população.

Como é definido o padrão de qualidade do ar?

Abordamos a questão da qualidade do ar e os padrões que garantem um cenário que não seja prejudicial ao meio ambiente ou à população. É preciso entender, portanto, quais são os fatores utilizados para realizar essa avaliação.

De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, os parâmetros utilizados para definir a qualidade do ar são as partículas totais em suspensão, as partículas inaláveis (como MP10 e MP2,5), a fumaça e a quantidade de outros elementos que podem prejudicar a saúde, como dióxido de enxofre (SO2), monóxido de carbono (CO), ozônio (O3), dióxido de nitrogênio (NO2) e chumbo (PB).

No Brasil, os padrões nacionais de qualidade do ar foram estabelecidos pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) e utilizam como referências as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS).

São duas etapas de avaliação: os padrões de qualidade do ar intermediários (PI), que são valores definidos temporariamente para serem cumpridos em três etapas (PI-1, PI-2 e PI-3); e o padrão de qualidade do ar final (PF), que é considerado o ideal pela OMS.

Como o ar-condicionado pode impactar na qualidade de vida?

A qualidade do ar também depende da temperatura do ambiente, especialmente em locais fechados. De acordo com resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a faixa recomendável de operação no verão deve ficar entre 23ºC e 26ºC. No inverno ela deve variar entre 20°C e 22°C.

Por isso, investir em um ar-condicionado é uma boa solução. Porém, pessoas em locais fechados também podem ter contato com o ar poluído. É preciso, então, buscar modelos que garantam a temperatura ideal e tenham filtros de alta performance. Assim, a tendência é uma melhora na qualidade de vida com ações de prevenção dentro de ambientes fechados.

Agora que você já sabe como qualidade do ar e saúde se relacionam, que tal conferir outros conteúdos ricos como este? É só assinar a nossa newsletter para ficar por dentro de tudo!

 

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